L’été de la revolution

Queria o tempo no pretérito,
Absoluto quase sincero,
Como os sonhos que carrego
Das lembranças daquele verão.

Podíamos tudo, queríamos tudo,
Era em tudo, uma revolução…
Dos costumes, das drogas, das minas,
Das flores, antes aroma puro…
Agora hino da dor.

Dor, odor putrefo da morte,
Da sorte, dos sorrisos,
Que levariam anos para serem reconstruídos.

Mesmo com tanta tortura,
Não conseguiram apagar a luta,
Destas lembranças que hoje me orgulha,
De tão cedo ter aprendido…

Que a História se faz a cada dia.

[p.K.]

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